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F R E D E R I C O

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“- Sabe que eu gosto dos seus beijos, do jeito que me provoca, e afirma meu desejo por você com convicção. ”
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indirect: #fred  

Capítulo Dois - Parte Dois

- Então você reconhece que é um cafajeste? Reconhece que é um tarado? Reconhece que todas as mulheres só sabem dar encima de você por sua beleza? Reconhece que seu conteúdo é inválido? Porque mal o conheço, mas já sei que você vive de aparências. – disse aos berros. Fred não ousou responder e abaixou a cabeça. A porta do elevador se abriu, e a moça logo saiu do próprio.

Fred não entendera quase nada do que havia acontecido nos últimos minutos. De algum jeito, no fundo sabia que a moça era diferente das demais, e só queria tê-la em suas mãos, e tocá-la novamente.

O pouco que sobrava do término do expediente passou calmamente, já que Fred só ficara em uma cadeira sentado, esperando terminar seu horário. Assim concluído seu primeiro dia de trabalho, Fred se levantou e começou a andar, mas parou para pensar por um momento. Não fazia ideia do que faria o restante do dia em uma cidade minúsculo, onde nem deveria se cogitar sair em plena segunda-feira. A vida dele, bem dizer, só vivia em noites, mulheres, bebidas, e drogas. E sem isso, sua vida era um tédio do tamanho infinito. No fundo de sua alma existia solidão, e um espaço a ser preenchido – na verdade, um imenso espaço -, e ele tentava driblar sempre com seus amigos e mulheres, mas agora não conhecera ninguém, e estava só.

Quando estava prestes a sair da empresa, avistou a moça que agarrou horas atrás adentrando em um carro, e havia um homem no banco do passageiro. Imaginou que poderia ser seu pai, irmão ou namorado, embora para ele, ela não tinha cara de que namorasse.

Assim que adentrou no carro, Caio, até então namorado de Melina, sorriu estonteante, consigo mesmo. Deliberadamente juntou sua mão a mão de Melina, acariciando-a. Melina o encarou, séria. Sutilmente tirou sua mão na mão de Caio, e olhou fixamente a sua frente, observando a paisagem em que passara. Estava séria, e Caio notou de imediato.

- Mel?

- Oi. - respondeu baixo.

- O que está havendo?

- Nada, por quê está perguntando? - arqueou suas sobrancelhas.

- Você está diferente.

- Como estou diferente se mal adentrei no carro, e estou aqui com você? - retrucou.


indirect:

Capítulo Dois - Parte Um

- Acha que vai livrar-se de mim tão rápido? – sussurrou. Ela não o respondeu. – Mas, não preciso saber seu nome para fazer o que quero. – sorriu malicioso, indo a sua direção, e logo encostou suas mãos na cintura da moça. Seu rosto abaixou até a nuca da moça, dando um leve chupão. Deslizou seu rosto até a face dela, e então foi em direção aos lábios dela, brincando com o próprio. Roçou algumas vezes seus lábios nos dela, e sorriu. A moça estava com o corpo rígido e imóvel, mas de alguma forma algo a prendia lá, por mais que não quisesse. Ele logo percorreu suas mãos até o botão de pausa do elevador, e assim o apertou. Deliberadamente percorreu uma de suas mãos na cintura dela, e a outra apoiou em sua nuca. A moça percorreu as mãos em seus cabelos, massageando-os. Ele voltou a fixar seus lábios nos delas, e adentrando em sua boca. Explorou-a e a moça retribuiu. Suas mãos foram ligeiramente parar nas coxas da moça, empurrando-a contra a parede do elevador.Fred logo tirou seu blazer, e desabotoando sua camisa, enquanto a beijava. A moça então abriu os olhos e tocou em seu peitoral, o empurrando com a maior força que conseguira. A brutalidade em que a moça tentou de alguma força machuca-lo fora logo em vão, certamente Fred era maior e mais forte que ela. Ele arqueou as sobrancelhas, confuso. Sorriu, e fora em sua direção novamente, segurando-a pela cintura. Ele tentou beijá-la, mas ela se esquivou, e o empurrou novamente, indo a sua direção e marcando seu rosto alvo com a ferocidade de seus delicados, porém, fortes dedos no rosto de Fred. A moça passou as mãos sob seus lábios com brutalidade, como se fosse limpá-los.- Você acha que é quem para tentar me agarrar? Seu cretino! – gritou, involuntariamente. – Acha que sou como as vadias que você com certeza sai agarrando? Poupe-me, seu imbecil. – a cada palavra que saia em sua boca, o tom ficava mais alto e grave, enquanto ela demonstrava sua total ira. Ela novamente foi a sua direção, e lhe deu mais um tapa no rosto, deixando-o vermelho. 

Começou então a esbofetear seu peitoral e seus ombros, mas Fred logo segurou seus pulsos, até que se controlasse. Ela logo parou e o encarou; ele fez o mesmo. Ele se aproximou de seus lábios, e roçou contra os dela, mas ela novamente logo desviou. Fred então a soltou, e passou as mãos pelo cabelo, mordendo o lábio inferior. 

- Me desculpe. – sussurrou, aproximando-se dela, novamente. – Mas é difícil se controlar, principalmente alguém tão linda perto de mim. – sussurrou perto do seu ouvido, tentando seduzi-la. Ela logo deu um passo para trás.

- Engane-se que sou como as vadias que você agarra e elas não fazem nada. Eu não sou, e nunca serei como uma delas. – Fred apenas abaixou a cabeça, e deu alguns passos para trás. 

- Realmente, você é muito mais linda do que a maioria. E, pelo visto, muito mais especial. – disse, por fim.

- Não ache que me elogiando desse jeito vai ter alguma coisa por mim. – ironizou. – Ou que vou me arrepender. – disse, e apertou o botão para que o elevador voltasse a funcionar,.

- Digo os fatos, e reconheço-os. 


indirect: #cap2  

indirect: #fred  

Capítulo Um - Parte Três (Fim do Capítulo)

- Você ainda não me disse seu nome. – murmurou.
- Por que você fuma? – desviou.
- Por que lhe importa? – perguntou, acendendo o cigarro.
- Faz mal a saúde. – retrucou.
- Me diga seu nome. – desviou e tragou seu cigarro.
- Não vejo como se pode gostar de algo que faz mal a saúde. – questionou-o novamente.
- É um vício. Deixa-me com o humor melhor, embora lhe ver já me deixa assim. – deu certa indireta á ela. Ela abaixou a cabeça, envergonhada.
- Pode ser viciante mas ainda sim, faz extremamente mal a sua saúde. – disse.
 - Você é viciante, agora resta saber se faz mal a saúde. – a cantou. Ela apenas riu. – Mas isso, acho que você que deverá me responder, se faz mal. – piscou para ela, e ela apenas ficou mais corada do que já estava desde que chegou. A garçonete trouxe os cappuccinos, e os colocou sob a bancada. Fred apagou o cigarro no cinzeiro, amassando-o em movimentos circulares.
- Só assim para largar o bendito cigarro. – soltou uma leve risada. Fred mordeu seu lábio inferior.
- Você se importa com isto. O que o coitado do cigarro fez para você? – arqueou uma das sobrancelhas, logo rindo sarcasticamente.
- Além de fazer mal a saúde, ele tem um cheiro horrível. – respondeu, fazendo uma careta. Fred soltou uma gargalhada com a expressão no mínimo estranha de Melina.
- Por que está rindo? – perguntou, com tom severo.
- Sua careta. – respondeu;
- Bobo. – mostrou-lhe a língua. – Você é novo aqui na empresa? – perguntou-lhe, franzindo a testa. Bebericou um pouco do cappuccino de sua caneca, e Fred fez o mesmo.
- Teoricamente sim. – sorriu singelo.
- Como teoricamente?
- Fui obrigado a trabalhar aqui. – assumiu, dando uma leve risada. Melina terminara de bebericar seu cappuccino, e notara que ele não gostaria de dizer os motivos da vinda para cá.
- Creio que o trabalho está me esperando. – soltou uma risada. – Como você se chama? – perguntou, se lembrou-se que ele perguntara duas vezes no mesmo dia. Soltou um riso abafado.
- Você sabia que eu havia lhe perguntado primeiro? – gargalhou.
- Se for cavalheiro, falará primeiro. – disse, fazendo com que Fred franzisse o cenho, pensando se realmente era cavalheiro, mas ele saberá que não era, e provavelmente, nunca seria.
- Eu não sou. – soltou uma risada, e a moça não o respondeu. – Mas existe exceções. Meu nome é Fred.
- Suponho que seja apelido, e seu nome seja Frederico, certo? – arqueou uma das sobrancelhas.
- Sim, meu nome é Frederico, mas gosto que me chamem de Fred. Prazer, senhorita sem nome, que aliás, é incrivelmente bela. – disse como uma galanteador. Ergueu as mãos macias da moça e as beijou. Ambos riram, e a moça tirou suas mãos das dele em seguida, constrangida. Ela se levantou.
- Prazer, Frederico. – provocou-o. Ele levantando-se, como a instantes ela acabara de fazer.
- Diga seu nome. – por fim disse, fazendo bico.
- Quem sabe um dia você descubra, se te importar Frederico. – provocou-o novamente, entre risos. Virou-se e foi em direção do elevador. Fred pegou uma nota qualquer de sua carteira e jogou sob sua bancada. Correu em direção ao elevador, e adentrou, juntamente com a moça, que já estava lá. Ele sorriu.


indirect: #cap1  

Capítulo Um - Parte Dois

- Obrigada, se for um elogio. – disse, claramente envergonhada.

- Sem dúvidas é um elogio. – sorriu malicioso, como um típico cafajeste. Ele esperava que ela partisse com segundas intenções para ele, mas ela não o fez.

A porta do elevador logo se abriu, e a moça logo saiu dele, virando por um breve momento. Fred deu um pequeno aceno, enquanto sorria, e ela apenas sorriu rapidamente e abaixou a cabeça, virando-se para o corredor da direita. Em seguida Fred também saiu do elevador e seguiu a frente, indo em frente onde deveria ser a recepção da sala de seu pai, já que na porta ao lado continha o nome de seu pai. Não havia ninguém sentado na mesa da recepção, então, Fred adentrou na sala sem ao menos bater na porta. Educação não era, e nunca seria seu forte.

Logo que adentrou na sala, viu uma cena no mínimo engraçada – para ele, claro – e de imediato soltou uma gargalhada. Os dois interromperam o que estavam respectivamente fazendo e voltaram seus olhares para Fred, incrédulos do que ele acabara de ver. Seu pai estava aos beijos com a provável secretária dele no sofá ao lado de sua mesa. A mulher logo que o viu se recompôs envergonhada, e sairá da sala em instantes. Seu pai desajeitado e sem graça resolveu permanecer calado.

- Pelo visto mamãe mal viajou, e você vendo os outros serviços de suas funcionárias. Interessante. – murmurou, logo gargalhando em seguida. Seu pai então o olhou incrédulo, demonstrando rejeição de que seu próprio filho havia tirando sarro dele.

- Mal chega e já vem com suas ironias Frederico. – logo olhou ao relógio que se encontrava na parede a sua frente. - E surpreendente pontual.

- Sou pontual quando eu quero. – o provocou. – Mas pelo jeito, você não esperava minha visita tão cedo. – divertiu-se, começando a gargalhar novamente ao ver a cena que acabara de ver a alguns minutos.

- Até parece que você estaria interessado. – disse seco.

- De fato, não estou. – sorriu irônico. Seu pai pela primeira vez do dia retribuiu o sorriso.

- Deveria estar. – sussurrou.

- Todos com a minha idade nunca estaria interessados. Aliás, você hoje mesmo demonstrou também não estar. – ironizou. Seu pai ignorou sua última frase.

- Fique achando isso. Existem algumas moças da sua idade que trabalham aqui e se interessam muito pelo trabalho. – logo veio na mente de Fred a garota que encontrara no elevador a pouco tempo, e abrochou um sorriso malicioso em sua face.

- Há exceções. - sussurrou.

- E você poderia ser uma delas. – respondeu. Fred o ignorou.

- Esta cidade é tão pequena, não falo ideia de como vocês vivem aqui, e tenham uma empresa de grande porte como essa aqui. – mudou de assunto.

- Acredite ou não, tem grandes vantagens. E aqui que nasce as principais ideias das propagandas. Aliás, amanhã vejo se alguma pessoa generosa tenha paciência para lhe mostrar toda a empresa, já que de segunda a empresa fecha um pouco mais cedo. E agora, vou lhe explicar sua pequena função.

- Não posso fazer nada mesmo. – disse por fim, mas seu pai – como na maioria das vezes – ignorou o que ele dissera. Desde sempre fora assim, desde que Fred se entendia como gente seu pai sempre ignorava suas brincadeiras, ou tentativas de uma conversa longa. 

Seu pai lhe explicou depois de algumas horas o que Fred iria fazer, era simples para quem visse – era assistente do diretor de artes – e só teria de pensar e ajudar, ou pelo menos, fingir estar pensando em algo útil. Fred não prestara atenção em quase nada que seu pai estava explicando, só concordava com a cabeça. Era um tédio para ele, e ele saberá que á partir de hoje seria um tédio que faria todos os dias. Passado um longo tempo, Fred levantou-se.

- Se você quiser, no terceiro andar há um café, pode ir lá agora. – seu pai disse, por fim. Fred assentiu com a cabeça e saiu da sala. Adentrou no elevador, e novamente, lembrou-se da moça do elevador. De alguma forma, ele se encantou com ela mais do que deveria. Logo saiu do elevador avistou a cafeteria, além disto, avistou a moça do elevador sentada na bancada e fora até lá. Sorriu consigo mesmo.

- Um cappuccino de baunilha, por favor. – pedira a moça.

- Dois. – Fred disse, mostrando seu sotaque britânico. A moça virou-se, já prevendo ser ele, e em seguida deu um leve sorriso. Fred sentou-se ao seu lado e pegou de seu bolso seu maço de cigarros, pegando um que continha no maço. 


indirect: #cap1  

Capítulo Um - Parte Um

No saguão do aeroporto ele atravessava. Todas as mulheres que continham ali paravam para observar seu caminhar – e sua beleza exuberante -. Algumas somente sorriam, e ele retribuirá com seu par de olhos azuis cristais em um tom malicioso para as que lhe interessavam. Frederico.
Seu olhar sob algumas moças logo fora interrompido até avistar um homem com uma placa com seu nome, e ele logo fora em sua direção.
- O senhor é Frederico Mondance, certo? – perguntou o homem. Este ostentava um leve sorriso forçado, com sua aparência desgastada – certamente com o excesso de serviços prestados para seu patrão -.
- Certo. – disse seco.
- Sou seu motorista, e o levarei agora para o escritório de seu pai. – disse por fim, pegando as coisas de Fred, e o próprio o seguiu, até adentrar no carro. Passado um tempo Fred dentro do carro apenas via ele se movimentando, enquanto a pequena cidade continuava estável, sem muitas pessoas na rua, e com tanta calmaria, que ele mal saberá nos últimos cinco anos. Chegando em frente á empresa de sua família, ele saiu do carro e atravessou  a rua, para adentrar na empresa. Assim que adentrou na empresa seus olhos já foram na secretária que se encontrava em seu lado. Ele fora em sua direção.
- A senhora poderia me informar onde fica o escritório de Roberto Mondance? – lhe perguntou. A simples secretária o encarou, não crendo que um homem tão lindo um dia poderia trocar simples – e singelas – palavras com a própria. Ainda que Fred demonstrasse seu sotaque, irresistível, como ele mesmo se gabava.
- Nono andar, o último. – a secretária lhe respondeu. Forçou um sorriso, tentando – em vão – algum charme para cima de Fred. Fred apenas a olhou e deu um pequeno sorriso e virou-se, indo em direção ao elevador.
Quando adentrou, esperou ele fechar pacificamente, mas logo uma moça adentrou no mesmo. Fred a fitou. Não imaginaria que uma bela moça como esta moraria em uma cidade pequena e qualquer como essa, e se pôs a observá-la. Sua beleza era bem diferente do que costumava ver e apreciar, seu corpo tinham curvas que Fred saberá – e muito bem – admirá-las, embora esteja escondida em um vestido florido, que ia até seus joelhos. Os olhos eram castanho escuro como o breu, porém ao encará-los, continha um brilho por si só. Seu rosto era angelical, e sua alma também era.
A moça o encarou por um breve momento, ao olhar seus olhos azuis cristais e tão mágicos, logo abaixou a cabeça, encarando sua pasta, envergonhada.

- Nono andar também? – Fred direcionou a palavra á ela, tentando puxar algum mero assunto. E claro, vendo se tal portaria como a maioria das mulheres, que caísse em seus pés após ouvir seu sotaque. A moça levantou lentamente seu rosto, até olhá-lo.

- Também. – disse, olhou para o par de olhos azuis hipnotizantes e indecifráveis de Fred. Logo ela suspirou, com um pouco de fascínio em sua parte.

- Moça tímida, poderia dizer-me seu nome? – ele sorriu, mostrando seus dentes impecavelmente brancos e perfeitamente alinhados. Ela soltou um abafado riso.

- Minha mãe sempre me ensinou a não falar com estranhos. – ela o encarou e deu um sorriso levemente tímido.

- E meu pai a definitivamente tentar conversar com moças bonitas, e, aliás, lindas como você. – a respondeu, dando uma leve piscadinha para ela, e logo abriu um sorriso torto. Melina logo corou, ficando com as bochechas totalmente queimadas e proeminentemente vermelhas.  


indirect: #cap1  

indirect: #fred  

Web começará a ser postada dia 11/01, ás 14hrs. REBLOG E DIVULGUE, PFV :}


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anjodepedra
MANO, ESSA SÓ É A WEB MAIS PERFEITA DO MUNDO, NA MORAL. TU SABE O QUANTO EU AMO FRED, SOU FÃ NÚMERO 1 FOREVER. PQP, VEMK SUA LINDA. A A A A A A A morta/

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fala assim não Mi, se não, eu choro ]= 

sua linda, vemk você.



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